Badá
Sangue por todos os lados. No meu rosto, na minha camisa, e a última coisa que eu consigo me lembrar foi do grito abafado de Samuel.
Mavi: Ba… Badá! — o som abafado da voz da Maria me faz olhar para o chão.
Ela caída, pressionando a barriga onde sangra, sangra pra caralho e eu entro em pânico.
Bada: Porra… o que? — olho para a parede procurando algum vestígio de como aquilo foi acontecer e vejo o buraco na parede. Me abaixando, como sua cabeça apoiada na palma da minha mão e ela pisca