Não tive tempo para racionar o que ele queria que eu fizesse, e quando me dei conta já estava em cima de uma laje com um fuzil silenciado apontado para um ponto que ele mesmo escolheu. A favela está silenciosa por ainda ser bem cedo, o sol mal nasceu e eu estou pique bandido treinado aqui em cima, com um fone nos ouvidos para me comunicar com ele.
Mavi: isso não vai dar… — falo baixinho e suspiro fundo.
Badá: Vai sim, pretinha… — a voz dele ressoa do outro lado em um cochicho — mas precisa co