Eu despejei tudo em uma tigela sobre o balcão. Do que, diabos, ele estava falando? Conferi os outros bolsos dele por precaução antes de me erguer. Peguei a pá, virei-me para o homem e para a cova, mas, antes que eu pudesse cobrir a cova, senti uma mão no meu ombro.
Eu me virei e, então, vi minha avó, a tristeza marcada no rosto.
— Não sei o que devo fazer.
— Eu sei, amor, é por isso que estou aqui. — Ela se inclinou e beijou minha bochecha. — Pegue um punhado de terra.
Ela indicou o monte com um