Os soluços dela eram irregulares, mas foram os gritos que me quebraram. Nós caímos no chão enquanto ela gritava sua dor, e tudo o que eu podia fazer era segurá-la e deixá-la liberar aquilo. Ela não me ouviria até que colocasse tudo para fora. Só percebi que Rowan tinha ido embora quando ouvi a porta se fechar.
Eu a segurei pelos ombros e por baixo das pernas, levantando-a. Carreguei-a até o meu quarto e a deitei na minha cama. Depois, fiz a única coisa que podia. Peguei o celular no cofre e di