A sala pareceu apertar ao redor deles, cheia de apreensão, ressentimento e emoções não ditas.
Ivy manteve o olhar fixo em Lucian, seus punhos cerrados ao lado do corpo, enquanto ele permanecia encostado casualmente na borda da mesa, como se não fosse o centro do furacão que estava prestes a explodir.
— Você não vai me manipular de novo, Lucian — Ivy afirmou, a voz mais firme do que ela imaginava que poderia ser. — Quero saber onde está o meu irmão. Não acredito que você quebrou sua promessa.