— Não imaginei que Rafael a estaria escondendo neste cativeiro. - Gracia sorriu, maternal. - Sabe? Não é a melhor das propriedades dele, mas é boa, segura e perto de tudo. - Ela deixava sobre o balcão muitos itens de café da manhã. - Mantenho tudo abastecido para os meninos. Quem sabe onde dormem no fim de cada dia? - Ela suspirou. Helena começava a ajudar a guardar as coisas depois de lhe servir uma caneca de café. - Delicioso. Raramente tive um café tão saboroso.
— Obrigada, senhora Cervantes