— Prefiro que me morda se for gritar, ok? - Johnson entregava a mão para Maria. - Ouvi a voz de Helena hoje. - Maria o mordia, dolorosamente. Johnson aguentava, firme. - Se puder respirar fundo e soltar, terá um homem agradecido aos seus pés. - Ela relaxou e o soltou.
— Como, quando e onde? - Maria definia.
— Maria, não são respostas fáceis. Não sou um exemplo de ética, querida. - Ele respirou fundo, massageava a mordida.
— E isso quer dizer que? - Ela sentia algo estrangular a garganta.
— Nã