Mundo ficciónIniciar sesiónAs bolhas se faziam aos borbotões diante de meus olhos a cada mergulho provocado pelos vagalhões, soprados pelo vento forte naquele mar sombrio. A cada vislumbre da morte com os braços abertos, como os de uma sereia, eu pensava em como deixaria de viver minha vida.
Um sonho recorrente me assombrava com a morte em uma forma submersa, esperando por meu último fôlego, naqueles dias de hospital. Assustado, fui acalentado pelo anjo alemão, sempre ao







