Digo a ele para se sentar em uma cadeira que coloco de frente para o sofá onde me sento.
Ele faz.
Peço que ele estenda o braço e coloco sua mão em cima do meu joelho para que eu possa limpar o ferimento e poder ver direito se vai precisar de pontos.
Sinto-o me olhando e isso aqui, essa distância, me deixa meio constrangida. Então digo:
—Isso não está muito legal. Você devia ter ido ao hospital.
—Não gosto de hospitais.
Acabo rindo sem querer da ironia do momento.
Ele percebe e diz:
—Sem