O corpo da mulher permanecia imóvel no chão.
O silêncio ao redor parecia antinatural, como se a própria casa tivesse parado de respirar.
Dante ainda estava ajoelhado diante dela, incapaz de aceitar o que seus olhos viam. Suas mãos tremiam enquanto buscava o pulso outra vez, pressionando os dedos contra a pele fria do pescoço com insistência quase desesperada.
Como se negar a realidade pudesse revertê-la.
— Senhora… — murmurou, a voz rouca. — Senhora, por favor…
Ele sacudiu levemente seus ombros