Dimitri Carter
Fazia tempo que eu não perdia o controle. Muito tempo. Mas Isabella tinha conseguido entrar na minha mente e, pior, não saía dela.
As semanas passaram como um borrão. Nos primeiros dias, olhei para o celular mais vezes do que gostaria de admitir. Nenhuma ligação. Nenhuma mensagem. Nenhum sinal de vida.
Era isso o que eu queria, apesar de esperar que ela aparecesse, ou surgisse para me surpreender.
Mas então um mês se passou, e eu ainda pensava nela. Na forma como falava, na