Sr. Costa acenou para mim, sem dizer muito, indicando que eu me sentasse ao seu lado.
— Posso verificar seu pulso? — Sr. Costa olhou para mim e perguntou, pedindo minha permissão.
Eu o encarei, confusa, mas ele acenou com a cabeça de forma insistente, apontando para a cadeira à minha frente, determinado a me ajudar.
Roberto se apressou em dizer:
— Sr. Costa é um médico extraordinário! Você deveria deixá-lo examinar você logo. Ele raramente atende, e quando o faz, é quando já se desistiu de qualq