Eu tomava café tranquilamente, observando Catarina sem desviar o olhar, até mesmo sorri para ela. O estado de completa indiferença que eu intencionalmente demonstrava parecia a incomodar.
Seu rosto ficava cada vez mais frio e cortante, como se quisesse me rasgar com os olhos.
Achei engraçado, essa pessoa realmente tinha um espírito combativo. Eu não conseguia entender como Raul poderia se interessar por alguém tão problemático. Não era à toa que naquele dia Raul disse que alguém precisava doma