Assim que as palavras saíram da minha boca, queria morder minha própria língua. Não era exatamente arrependimento, era mais como um sentimento estranho.
Como esperado, Daniel olhou para mim com um sorriso no rosto, mas para mim, esse sorriso continha uma carga considerável de hostilidade.
Meu pai interveio:
- Que tipo de coisa é essa? Você deveria o levar para casa! Sr. Daniel também bebeu, não pode dirigir!
- Sim! - Eu respondi, me levantando. - Está bem!
No carro, ele me disse:
- Vá para o H