O barulho agudo dos pneus do Gulfstream tocando a pista do aeroporto Teterboro, em Nova Jersey, foi o anúncio de que o tempo de trégua havia acabado. Manhattan nos esperava do outro lado do rio Hudson, envolta em uma névoa fria de fofocas e flutuações de mercado.
Assim que o jato parou diante do terminal privado, o piloto avisou pelo intercomunicador: havia um comitê de boas-vindas não autorizado nos esperando. Jornalistas, fotógrafos de tabloides e cinegrafistas de canais de finanças haviam ce