O clube de dança estava cheio.
Luzes coloridas cortavam o ambiente em flashes rápidos.
O grave da música vibrava no chão.
Corpos se moviam sem ritmo exato — só seguindo o impulso.
No centro, Juliano se destacava.
Encostado no balcão, copo na mão, rindo alto.
Uma das meninas dançava colada nele.
Descia devagar pelo corpo dele, provocando.
As mãos dele percorriam a cintura dela sem pudor.
Outra se aproximava por trás, passando os dedos pelo pescoço dele.
Juliano estava à vontade.
Como se aquele f