Eduarda estava sentada no tapete da sala, as pernas cruzadas, cercada por Luísa e Eduardo.
Os três riam de uma piada que nem fazia muito sentido — mas que naquele momento era a coisa mais engraçada do mundo.
Luísa tentava ensinar o irmão a fazer uma coreografia improvisada.
Eduarda batia palmas fingindo ser jurada de programa de talentos.
— Nota sete pela criatividade! — anunciou, teatral. — Mas perdeu pontos na execução!
Ela se inclinou e beijou o topo da cabeça de Eduardo, que protestou rindo