O sol da manhã de sábado entrou pelas janelas da penthouse, encontrando uma cena de devastação silenciosa. Relatórios espalhados, copos de café vazios, e duas figuras adormecidas em meio à sua trincheira de papel. Isabella acordou primeiro, encolhida em uma das poltronas de couro, com um casaco de caxemira de Pedro – que ela não se lembrava de ele ter colocado – sobre ela.
Do outro lado da sala, ele dormia no sofá, a fachada de controle absoluto finalmente desfeita pelo cansaço. Por um momento