“Há desejos que a gente nega em voz alta… mas que o corpo entrega sem pedir permissão.”
O problema não era o que ele tinha feito… era o fato de que o corpo dela ainda estava reagindo como se quisesse mais.
Dayse ainda tremia levemente contra a parede quando Edward tirou os dedos dela devagar, com uma lentidão deliberada que a fez soltar um suspiro trêmulo. Ele ergueu a mão entre os dois, os dedos brilhando com o prazer dela, e, sem tirar os olhos dos dela, levou-os à boca.
Chupou-os devagar, um