O elevador descia lentamente quando Dayse percebeu que não estava sozinha ali dentro com Liliana.
Estava presa.
Dayse apertou o contrato com mais força entre os dedos, sentindo o papel dobrar-se ligeiramente sob a pressão involuntária da sua mão enquanto mantinha o olhar firme na mulher diante dela, como se aquela pequena deformação no papel fosse a única manifestação física do incômodo que se recusava a demonstrar em voz alta.
— Talvez ele seja mais justo do que algumas pessoas imaginam — resp