Enquanto isso... Do outro lado da cidade. Adrian Vasconcellos permanecia acordado. O relógio digital sobre a mesa de cabeceira marcava 2h47 da manhã.
Minutos depois, 2h58.
Depois 3h12.
E o sono continuava distante. Muito distante. Praticamente inalcançável. Aquilo era incomum. Extremamente incomum.
Adrian era um homem disciplinado. Sua rotina seguia horários quase militares. Costumava encerrar o dia sempre da mesma maneira: um último olhar nos relatórios importantes, uma taça de vinho ou uísque