Pô, não consigo entender essa reação da Vitória. Tudo o que ela queria era acabar com quem comandava aquela maldita organização. Mesmo sendo o pai dela, ela não sente nada por ele, só desprezo.
— Não te entendo… pensei que ia ficar feliz.
Ela não reage, só me olha em silêncio.
— Caralho, Vitória, diz alguma coisa!
Ela senta‑se numa cadeira e respira fundo.
— Você não devia ter feito isso sem me consultar — fala baixo, mas dá para sentir a mágoa.
— Vitória… — tento falar, mas ela me interrompe.