Giovanna
- Eu a quero morta – foi a primeira coisa que eu ouvi. Nenhuma parte do meu corpo obedecia aos meus comandos. Nem mesmos as minhas pálpebras. Meu instinto de sobrevivência gritava para que eu reagisse e corresse para longe, mas era inútil. Tentei me concentrar nos sentidos que me restavam. A audição estava bem. Percebi. O olfato também. Eu podia sentir perfeitamente o cheiro de umidade, terra e mofo.
- Você sabe muito bem que ela é o nosso bilhete dourado. Não podemos nos desfazer de