Quando ouvi aquilo, limpei minha garganta com um pigarro e me movi para trás para poder me afastar.
—Se tem alguém bêbado por aqui, esse alguém é você. – Falei cruzando meus braços e o encarando. —Não consigo decifrar se me odeia ou se me ama.
—Te amar? – Perguntou ele soltando um riso. —Olívia, apenas não deixarei você sorrir enquanto eu estiver ao seu lado. Já disse e repito, irá pagar pelo que fez.
—Até quando? – Perguntei o vendo vincar as sobrancelhas e então, repeti a pergunta. —Até quand