Mundo ficciónIniciar sesiónDepois de parado o carro, duas casas acima da vó de Mar-
quinho, Franzino desce, vai abaixado até o muro, chega até o
portão e pul entre o portão e o muro.
Estava tudo quieto, portas e janelas trancadas, pelo menos
as que pôde ver dali. Quis apertar o interfone, mas alguma coi-
sa falava em seu coração “não faça isso, pule o muro”.
Mais uma vez confiando em sua intuição, vai até o canto da
parede e pula o muro. Desce atrás do jardim, empunho