MAYA DURAND
SUAS PALAVRAS ATINGIRAM OS MEUS ouvidos como se uma lâmina afiada tivesse sido cravada em minha pele. Eu não podia acreditar em meus ouvidos e por um momento imaginei estar sob forte delírio e sem que tivesse qualquer controle, indaguei:
— O que disse?
— Eu sou King Coleman.
Paralisada! Incrédula! Era assim que me encontrava enquanto não parava de sacudir a cabeça em negativa. Quando saí do transe que estava, as palavras escaparam da minha boca por conta própria.
— Isso não po