A condição física de Bruno não era nada boa.
Quando ele me olhou, seus olhos negros se fixaram em mim com uma calma aterradora, como se estivesse olhando para uma coisa sem vida, sem conseguir despertar qualquer tipo de emoção.
Ele estava quieto, encostado na cabeceira da cama, como se tudo ao seu redor não tivesse a menor importância, imerso em uma paz tranquila.
— Bruno. — Chamei-o, colocando a garrafinha térmica sobre a mesa enquanto falava. — A mamãe fez uma sopa para você.
A morte de Pietr