O último dia na ilha chegou rápido demais. O sol da manhã banhava a varanda com uma luz dourada, o mar calmo como um espelho. Seu Zé já preparava o barco para levá-los de volta ao continente, e as malas estavam arrumadas no hall.
Clara abraçava Sofia a cada cinco minutos, prometendo visitas a São Paulo em breve e já planejando um almoço “só das mulheres” na casa dela na cidade. Sofia ria, retribuindo os abraços, sentindo-se parte da família de um jeito que não esperava.
Lucas carregava as malas