Hugo Furquim
Cheguei a Moscou com o coração na boca e o corpo ainda sentindo algumas dores de algumas feridas. O frio cortante da cidade russa me recebeu assim que desci do jatinho. Do lado de fora havia alguns carros que me levariam até a mansão Stepanov.
Foi um percurso em silêncio. Havia sido revistado antes de entrar no carro, algo que também faria se estivesse levando alguém de fora do meu círculo de confiança para o interior da minha casa. Ao passar pelas portas da mansão, Zakhar e Oskar