Hugo Furquim
Já haviam passado três dias desde que Faína havia partido e Elena estava enfurnada na cozinha, dizia que havia algo de errado, estava com um pressentimento ruim.
— Amor, você mal tocou no almoço — falei, encostando-me no batente da porta. — O que está acontecendo?
Elena virou-se com os olhos preocupados, secando as mãos no avental.
— Não sei explicar, Hugo. É como se algo ruim estivesse para acontecer. Faína já foi, você vai viajar e vou ficar aqui sozinha com essa sensação apertan