361. [Segunda fase]
Aelyn
3 meses depois
Acordei sem saber por quê.
Não foi barulho. Não foi sonho. Foi o corpo, aquele instinto antigo, de quando eu tinha seis anos e aprendi cedo demais que existem coisas dentro da gente que podem parar sem avisar.
A dor veio forte.
Não era aguda. Não era o tipo que você grita. Era pior, era uma pressão surda, profunda, como se alguém tivesse colocado a palma da mão no centro do meu peito e estivesse empurrando devagar para dentro. Cada batida do coração chegava com peso. Cada r