Mundo de ficçãoIniciar sessãoCássio
O comboio saiu do prédio como se o asfalto tivesse sido rasgado por dentro. Duas viaturas cortando a frente, luzes azuis e vermelhas cortando a noite. O carro da polícia logo atrás, blindado, pesado. E eu no meio. Preso. Como se o mundo inteiro tivesse decidido me esmagar entre metal e sirenes.
Eu não dirigia. Meu corpo dirigia. As mãos cravadas no volante, os nós dos dedos t&atil







