RILEY
Eu nunca tinha visto Pricilla, a mãe de Axel. Eu tinha quase certeza de que a odiava, mas Axel ainda se importava com essa lunática.
Bati uma vez na porta dele; não houve resposta. A porta estava destrancada, então empurrei e entrei.
Axel estava sem camisa, com uma garrafa de uísque na mão e várias outras vazias sobre a mesa. Seus olhos estavam vermelhos; ele estava bêbado.
Tirei a garrafa da mão dele.
— Não me lembro de ter deixado você entrar. — Ele disse com uma leve carranca.
— Bem, eu