Ele tirou as roupas, mantendo os olhos fixos em mim o tempo todo. Agarrou meu cabelo, fazendo um gesto para que eu me levantasse, com uma força quase dolorosa.
— Eu posso andar. — Disse, não gostando da pressão no meu cabelo.
— Eu sei disso, mas gosto mais assim. — Disse ele e me jogou na cama. — Agora se curve, com sua bunda para o alto.
Eu fiquei vermelha.
Era um desafio, um que ele acreditava que eu recusaria. Desta vez, não recusaria. Lentamente, me posicionei. As mãos dele desceram pelas minhas costas e, então, seguraram firmemente meus seios, e eu parei imóvel.
— Está com medo?
— Vai se foder.
— Você ia gostar, não é? — Ele apertou meu cabelo com força. — Vai um pouco mais pra baixo, minha pequena vadia.
Lágrimas ardiam nos meus olhos, mas eu as afastei piscando. Eu não iria chorar; ele não me quebraria.
Eu ofeguei quando ele me penetrou com força. Seu castigo.
— Apertado. — Ele sussurrou. — Quão pequeno ele é? — Perguntou em voz alta; a próxima investida foi ainda mais forte, el