ANNA NARRANDO.
Viktor sorria como se tivesse ganhado na loteria. Seus beijos desciam lentamente pelo meu corpo, me deixando completamente entregue ao prazer. Quando ele finalmente chegou à minha parte mais sensível, senti uma onda de calor subir pela minha espinha. Instintivamente, tentei fechar as pernas, mas ele segurou firme, mantendo-as bem abertas. Eu sabia que não havia ninguém por perto, mas mesmo assim, tentava me controlar para não gemer alto. O medo de alguém ouvir invadia meus pensam