ANNA NARRANDO.
Um tempo depois, eu já estava mais calma, quando ouvi alguém batendo na porta novamente, mas desta vez as batidas eram suaves. Resolvi abrir, pois poderia ser Abuela ou a Tânia. Me levantei do chão e sequei meu rosto, que estava extremamente molhado por causa do choro.
Abri a porta e vi que era a Tânia. Dei espaço para ela entrar no meu quarto e não pude deixar de notar seu semblante preocupado… As coisas não devem estar muito boas por aqui.
— Oi, amiga… — Ela falou sem graça.