Arnold dirigia o carro em completo silêncio.
De tempos em tempos, lançava olhares pelo retrovisor, alternando entre o chefe sentado no banco da frente e a mulher no banco traseiro.
Os dois permaneciam calados, distantes, como completos estranhos. Nem parecia que estavam indo assinar um contrato de casamento.
O celular de Dante vibrou novamente em seu bolso.
Ele o tirou, abriu a notificação e imediatamente franziu o cenho ao ler o conteúdo.
— Idiotas… — murmurou entre dentes.
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