Capítulo 248 — Terra de Ninguém
Dominic Costello
Saí do presídio estadual com o sangue fervendo e os pneus do meu carro cantando no asfalto. A imagem do Atlas segurando aquela faca improvisada e o olhar de desespero do José sendo arrastado não saíam da minha cabeça.
Disquei para o Coletti enquanto furava um sinal vermelho.
— Chefe. — Ele atendeu rápido.
— Onde eles estão?
— No Brooklyn, te enviei a localização. O pessoal do Chris está por lá, mas o Gayer também levou uma equipe. Os caras estão