Anny Sophia Rosa
Na manhã seguinte acordei com uma sensação estranha.
Por alguns segundos, ainda sonolenta, procurei o teto branco do quarto em Paris, as cortinas enormes e a janela que dava para a cidade, mas bastou ouvir um rugido alto vindo do corredor para perceber que estava em casa.
— O tiranossauro está atacando!
Abri os olhos.
Sorri.
Definitivamente estava em casa.
Olhei para o lado da cama e Rafael ainda dormia profundamente. Seu braço estava sobre o travesseiro onde eu havia dormido