Existe uma regra muito importante que aprendi depois de me tornar mãe.
Se uma criança grita seu nome em tom de urgência, existem apenas duas possibilidades ou ela está prestes a morrer ou ela fez alguma coisa que vai fazer você querer morrer.
No caso do meu filho, geralmente era a segunda opção.
Por isso, no instante em que ouvi o grito de Enzo vindo do quintal, meu coração quase saiu pela boca.
Minha mãe e eu nos encaramos.
— Isso não parece bom.
Ela comentou.
— Nunca parece.
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