Cap 98. O silêncio que assusta
O quarto do hospital estava silencioso. A enfermeira terminava de organizar os papéis da alta. Marcelo permanecia sentado na cama, olhando para o celular.
O relógio na parede marcava quase uma hora.
— Ela já deveria ter retornado...— sussurrou ele.
Milena dificilmente se atrasava. E, depois de tudo o que tinham vivido, aquele silêncio parecia errado demais.
Ele esperou por mais trinta minutos, mas o quarto continuava vazio.
Marcelo pegou o celular e ligou novamente. O telefone chamou, chamou