Trevor
Ainda segurando, Ruby se ergueu na ponta dos pés, colando nossas bocas outra vez. O beijo começou lento, provocativo, uma tortura deliberada na forma como as mãos dela deslizavam pelo meu pau, mas, para mim, aquilo já era o puro inferno. Eu queria mais. Queria cravar os dedos na cintura dela e colocá-la naquela bancada, tomando-a para mim ali mesmo.
E então o maldito celular tocou novamente.
Fechei os olhos, a mandíbula travada de irritação.
— Droga… — praguejei contra a boca dela.
Ruby