ELENA NARRANDO
Entrei no escritório de Marcos e ele sorriu ao me ver.
— Minha doce Elena! — Ele disse, sorrindo. — Como você está? — Perguntou. Eu mordi o lábio inferior e olhei pra baixo.
— Queria te contar uma coisa. Eu não sei se... — Eu respirei fundo, me sentando na cadeira em frente à mesa dele. — Eu não sei se eu devia. Mas eu preciso desabafar com alguém.
— Pode falar comigo, prima. Sabe disso. — Ele disse. — Quando falei ao seu avô que eu cuidaria de você... Era verdade. Você é meu beb