Depois de uma noite intensa em todos os sentidos, acabamos adormecendo.
Eu estava tão cansada, que por pouco não perco o alarme do meu celular.
Estiquei minha mão para desligar, ouvindo Augusto resmungar com um suspiro forte, me abraçando e me puxando para si.
—Ei, precisamos levantar! - Falei com humor o sentindo afundar a cabeça no meu pescoço.
—Hm, não quero. Podemos ficar mais um pouco assim? - Perguntou ele com a voz sonolenta.
—Não, não podemos! - Falei soltando um riso, me virando