Eu queria morrer! Enquanto encarava aqueles olhos opacos e sem vida, que pertenceram à minha mãe, tudo o que eu conseguia desejar era morrer.
Os pensamentos voltavam em ondas na minha mente, eu fui medrosa, fui covarde. Quando fui empurrada para dentro do armário, deveria ter saído assim que ele a atacou, deveria ter pulado contra ele, ou empurrado seu corpo e dar tempo para ela correr.
Mas eu fui a droga de uma filha covarde, que ficou encarando tudo com a mão na boca para não fazer nenhum som