Eu esperei. A cafeteria enchia e esvaziava repetidas vezes. Já era quase noite quando Ruslana entrou na cafeteria, estava vestida como quem ia correr, ela procurou com os olhos e me encontrou sentado em um canto mais afastado. Caminhou devagar até mim e sentou na minha frente.
—O que você quer? Não está sendo procurado? -ela olhava para os lados procurando alguma coisa.
—Não está com saudades de mim, Kotehok? -eu perguntei, tentei pegar em sua mão, mas ela se afastou da mesa. —Eu estou aqui pa