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No quarto, Thomas observava pela janela o jardim de sua mansão. Seus pensamentos tinham nome:
— Chelsea Jones. — Ele sussurrou com as mãos no bolso.
A brisa noturna balançava as folhas das roseiras e a luz pálida da lua desenhava sombras suaves no gramado. Entretanto, ele não via nada disso. Sua mente estava presa à imagem daquela mulher de olhos assustados e doces, que parecia tão frágil e, ao mesmo tempo, tão ingênuos.
— Chelsea Jones. — Repetiu o nome da ruiva algumas vezes, com sor