Eu andava de um lado para o outro no meu quarto, sentindo minha sanidade escorrer pelo ralo junto com a dignidade que ainda me restava. A mensagem de Christian piscava na tela do meu celular como um aviso de desastre iminente: "Nossa conversa ainda não acabou, amorzinho."
— Ok, tudo bem — murmurei para mim mesma, passando as mãos pelo rosto. — Eu confundi um CEO bilionário com um gigolô.
Quem eu estava tentando enganar? Isso não acontecia. Nunca. Com ninguém normal.
Meu celular vibrou novamente