Eu não pensei. Apenas agarrei o pulso de Christian e o arrastei para fora da sala antes que alguém decidisse arremessar arroz na gente. Ele sorriu, como se estivesse se divertindo com a situação.
Passei pelo corredor, ignorando os olhares confusos da minha mãe e dos meus irmãos, até empurrá-lo para dentro da cozinha e fechar a porta atrás de nós.
— Que merda foi essa, Christian?!
Ele ajeitou a manga do terno, completamente relaxado, como se pedir a mão de uma estranha em casamento fosse algo qu