Ela entra dentro da minha casa com cara de brava, braços cruzados, cheia de marra mal sabe ela que isso não tem mais efeito sobre mim, na verdade nunca teve.
— Tô aqui! Ela diz me encarando.
— Tô vendo! Me aproximo dela e cheiro seu pescoço, a safada fica toda mole.
— Não pensa que só por que estou aqui que te perdoei!
— Mais quem disse que preciso do seu perdão? Digo baixo no ouvido dela, fazendo com que ela me olhe rápido e assustada. Arranco o celular dela do bolso de trás da sua calça.