Capítulo 37

Ela entra dentro da minha casa com cara de brava, braços cruzados, cheia de marra mal sabe ela que isso não tem mais efeito sobre mim, na verdade nunca teve.

— Tô aqui! Ela diz me encarando.

— Tô vendo! Me aproximo dela e cheiro seu pescoço, a safada fica toda mole.

— Não pensa que só por que estou aqui que te perdoei!

— Mais quem disse que preciso do seu perdão? Digo baixo no ouvido dela, fazendo com que ela me olhe rápido e assustada. Arranco o celular dela do bolso de trás da sua calça.
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